Testemunho – Livramento de morte

Livramento de morte
No dia 29 de outubro de 2013, o irmão Joel Antônio da Silva, membro da igreja do setor 12 Serrano, saia de casa indo em direção ao trabalho em uma metalúrgica de nossa cidade quando, na BR 116 às 16h45min na parada de ônibus em frente à loja Móveis Dallas, ele foi atropelado por um carro que fugia de uma blitz na frente do castelo Château La Cave.
Ao ser atingido, foi arremessado a 26 metros de distância, testemunhas relataram que ao atingir o corpo no chão ele subiu caindo novamente, e sentiu que a sua queda fora amortecida pela mão de Deus que operou um grande milagre sendo guardado da morte e tendo somente as pernas quebradas.
Dois irmãos da igreja, Oséias Constante Ferreira e Edimilson Lemunie, que estava em seu trabalho na loja de móveis ouviram o barulho do acidente e saíram para ver. Quando chegaram perto para orar e interceder pelo “corpo do homem”, no momento não o haviam reconhecido pelo sangue no rosto, mas após reconheceram ser ele o irmão da igreja.
O Joel acordou no momento, e reconhecendo os irmãos pediu oração a eles. Mas responderam que já haviam orado e pediram que ficasse calmo, pois logo chegaria o socorro e novamente desmaiou acordando novamente no hospital.
Muitas pessoas que estavam lá acreditavam que ele não iria sobreviver devido à gravidade do acidente e achavam que no momento que ficou inconsciente, ele havia morrido, mas Deus é bom e sabe de todas as coisas, hoje vive e está bem para honra e glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
O autor do acidente era um fugitivo da polícia que tinha 41 ocorrências por vários delitos, inclusive por morte, “que Deus tenha misericórdia de sua alma”, é o desejo do nosso irmão Joel.
O médico disse que a alta do hospital era de mais ou menos 60 dias, Deus fez outro milagre e ele saiu com 22 dias. Foi necessário o uso de cadeira de rodas por 2 meses, o uso de muletas até conseguir andar e muitas fisioterapias.
Após 8 meses retornou ao trabalho, sem sequelas neurológicas ou físicas deste terrível acontecimento.
Repórteres Marildo C. e Eliane P. dos Santos

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